Pra celebrar o sol que abençoa o começo da semana, escolhemos Gal Costa, uma mulher de sangue fervido, para embalar uma segunda-feira tropical. O vídeo é posterior ao movimento, de 1977, para o Fantástico. A música é uma versão (ma-ra-vi-lho-sa!) de Bob Dylan. A essência é de Gal, fatal! Muito jorro de amor, cor e luz… uma semana ensolarada para todos.
Tropicais
Matthew Williamson, Malandrino, Issa e Basso & Brooke, pré-verão 2010
No Brands
Bermuda e top, United Colours of Benetton, bolsa e carteira de palha, Serpui Marie, tudo para BrandsClub
Vídeo para inspirar a vibe rock and roll e dar um gás na semana de todo mundo com uma já citada musa/diva/deusa/ícone dos 1980 e de sempre, exemplo de atitude e estilo em todas as idades. Mais atuais que nunca, Debbie Harry e Blondie são demais!
Para reparar: na roupa de Debbie com recortes que revelam a barriga sem mostrar o umbigo – supertendência – pra quem tem todo esse poder!
Chanel, Michael Kors e Christopher Kane, resort 2010
Em tempo: segundo (a jornalista) Ana Clara Garmendia, em seu blog, Debbie é tema de editorial da próxima Vogue francesa, estrelado por Raquel Zimmermann. Confira lá a prévia das fotos.
Anote aí: paetês, couro preto e marrom, cabelos com volume e míni justinha também são Blondie items em alta.
De tempos mais inspirados do Coldplay, “Yellow”: o pálido vídeo é de James&Alex e teve custo de produção simbólico (a pegada do it yourself faz tudo ficar mais bonito), a música é do ótimo primeiro disco “Parachutes” e a cor é minha aposta para substituir a ressaca do atualíssimo pink. Boa semana.
Vincent Gallo é músico, ator, diretor e roteirista; nascido em Buffalo, Nova York e filho de pais Sicilianos. Presença marcante, apesar de papéis pequenos, em filmes como “Os Bons Companheiros” (1990, de Martin Scorsese) e “A Casa dos Espíritos” (1993, de Billie August, sobre livro homônimo de Isabel Allende); Gallo fez fama mesmo no cinema independente americano, tendo como filme de maior sucesso “Bufalo ‘66″ (1998), no qual assina direção, roteiro e atua. No elenco estão Christina Ricci, Mickey Rourke, Agelica Houston, Rosanna Arquette, entre outros grandes nomes.
Vincent em duas versões
Sua fama também gira em torno das polêmicas que causa, tanto com seu trabalho quanto com suas atitudes e as coisas que fala por aí. Gallo afirma sem pudores já ter praticado atos sexuais por dinheiro e ter sido preso por “exposição indecente”. Uma das mais recentes polêmicas é o filme “Brown Bunny”, a história de um motoqueiro que perde seu amor e sai pelas estradas da américa. O filme mostra uma cena verídica de sexo oral entre (a atriz) Chloë Sevigny e Vincent. Quando apresentado em Cannes, o filme foi chamado de “o pior filme da história do festival” pelo crítico Roger Ebert. Gallo respondeu desejando-o um câncer de cólon. O ator protagoniza o mais novo filme de Francis Ford Coppola, Tetro, deste ano, ainda não lançado no Brasil: uma ótima oportunidade de ver a performance do moço.
Gallo e sua então namorada e parceira de filme Chloë Sevigny
Mas nem só de polêmica vive Vincent Gallo, que além de fazer filmes geniais, já tocou em três bandas (Gray, Bunny e Bohack) e tem seu nome associado a gente como Jean Michel Basquiat, Sean Lennon, Yoko Ono, John Frusciante e PJ Harvey. O Galã indie também já deu as caras no mundo da moda. Foi fotografado por Richard Avedon para a Calvin Klein e fez campanha com Eva Herzigova para a sueca H&M.
As campanhas do (perfume) CK Be e da H&M
É com o mundo da moda que também dialoga seu curta-metragem Honey Bunny, com figurinos sexy e encantadores, ingênuos em alguns momentos, andróginos em outros e hard, em outros ainda. O filme é com Paris Hilton. Olha que lindo…