Este post é uma homenagem a Alexander McQueen, cujo desfile aconteceu ontem, na Semana de Moda de Paris, pelas mãos de sua equipe de estilo. Superlativo, não há minimalismos que combinem com ele.
Nascido em São Paulo, o artista Lobo se viu obrigado a viver por diversas vezes longe de sua cidade natal. Publicitário por formação, atuou em diversas agências nos anos 90, porém, a arte sempre foi sua paixão.
Influenciado pelas experiências que teve durante a vida e por nomes como Burton Morris, Andy Wharol, Peter Max, entre outros, foi para o mundo da Pop Art. Hoje, com mais de 400 telas vendidas pelo mundo, resolveu lançar um coleção de pôsteres.
As imagens mostram figuras como Marilyn Monroe e Charles Chaplin, além de cidades. Vale conferir!
De carona no Dia Internacional da Mulher, resolvemos esquecer os figurinos do Oscar e falar de… cositas más importantes.
Difícil encontrar mulheres mais poderosas que as bailaoras e cantaoras de Flamenco.
Originário das regiões do sul da Espanha, o Flamenco tem seus primeiros registros datados dos séculos VIII ao XV, quando do domínio árabe no país. Suas características têm marcadas fortes influências da Andaluzia (local de origem) com traços da cultura cigana, especialmente a música, os trajes e a forma boêmia (no mínimo) de encarar a vida. É dessa mistura que vem tamanha entrega dos artistas, o sofrimento das letras e das melodias, a visceralidade das coreografias. O Flamenco divide-se em três categorias: baile, canto e guitarras.
De sangue cigano, Carmen Amaya é considerada uma das figuras mais temperamentais, trágicas e apaixonadas do Flamenco. Nascida em 1913, em 1941 atingia o auge de sua carreira dançando no Carnegie Hall, em Nova York e na Casa Branca, para Franklin Roosevelt. Em 1942 foi para Holywood e atuou em filmes como “Los amores de un torero” (1945), de José Diaz Morales. Revolucionária, Carmen foi uma das primeiras e poucas bailaoras a dançar de calças. Morreu em 1963.
Eva Yerbabuena (pra você não se confundir, Yerbabuena significa “hortelã”, em espanhol) é um dos maiores nomes do Flamenco contemporâneo. Seu nível de precisão já encantou bailarinas de outras vertentes, do porte de Carolyn Carlson e Pina Bausch. Pina já a convidou, inclusive, para participar de seu Wuppertal Festival (na Alemanha). La Yerbabuena já dançou no Brasil. Na última vez, em 2008, lotou todas as apresentações em São Paulo, Porto Alegre, Rio, Salvador, Curitiba e Brasília. Ultra-feminina, Eva usa da cauda longa como elemento de seu bailado, com um controle impecável do rabo-de-saia. Vale a pena assistir.
Raquel Meller (que, na verdade, nasceu Francisca Marqués López) foi cantaora e atriz de cinema. Raquel ficou famosa cantando composições de José Padilla Sanchéz, especialmente a conhecidíssima “El Relicario”. Assim como Carmen Amaya, Raquel também foi atraída por Holywood, onde fez carreira cinematográfica e atuou em “As luzes da cidade” (1931), de Charles Chaplin. Até hoje Meller é considerada uma das artistas que mais projetou a Espanha mundialmente.
Em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, a gente conta quem são as garotas que fazem a máquina girar. Claro que há muito mais mulheres por aqui, mas já dá pra sentir o perigo…
Francine Sabadin
Fran é Assistente de RH do Brands
Ela pensa que o Dia Internacional da Mulher serve para nos lembrar que somos muito fortes. Temos vida pessoal, carreira, família… e executamos todas as nossas tarefas com muita competência, garra e disposição.
Em dia de baixo astral veste jeans, camiseta básica, sapatilha e cabelo preso.
Mentira e falsidade a deixam de mau humor.
Ela pode se sentir bem em qualquer lugar, desde que esteja com a família e com os amigos e gosta de filmes de terror e comédia.
Em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, a gente conta quem são as garotas que fazem a máquina girar. Claro que há muito mais mulheres por aqui, mas já dá pra sentir o perigo…
Larissa Dalto
Larissa tem 28 anos e é Buyer (trabalha no setor de compras).
Pra ela, o Dia Internacional da Mulher é um reconhecimento pela nossa força, determinação e paciência.
Da vida, quer saúde, felicidade e amor.
Seu estilo é bem básico, com um toque diferente durante a rotina. Pra sair, ela arrasa!
A mentira a deixa de mau humor.
Seu lugar favorito é a casa dos pais, em Catanduva.
Em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, a gente conta quem são as garotas que fazem a máquina girar. Claro que há muito mais mulheres por aqui, mas já dá pra sentir o perigo…
Mariella Bondezan
Mariella é a Assistente de Logística da empresa.
Da vida, quer mais é vivê-la.
Não parou pra pensar em como estará daqui a dez anos.
Num dia de baixo astral, veste um vestido incrível!
Fome a deixa de mau humor.
Seu lugar favorito é Nova York e o livro que mais gostou de ler foi “A Condição Humana” de Hannah Arendt.
Em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, a gente conta quem são as garotas que fazem a máquina girar. Claro que há muito mais mulheres por aqui, mas já dá pra sentir o perigo…
Luana Zanzini
Luana tem 32 anos e é Assistente de Produção.
Espera da vida trabalhar bastante para poder surfar pelo mundão…
Daqui a dez anos se enxerga mais esperta!
O mau humor dos outros a deixa de mau humor
Em sua opinião, felicidade para a mulher é estabilidade emocional, pois com isso tudo flui.
Seu livro favorito é “Travessuras de uma menina má” de Mario Vargas Llosa.
Em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, a gente conta quem são as garotas que fazem a máquina girar. Claro que há muito mais mulheres por aqui, mas já dá pra sentir o perigo…
Daniela Xavier Mariano
Dani tem 27 anos e é a Advogada do Brands.
Em sua opinião, todos os dias são Dias Internacionais da Mulher, um reconhecimento a quem sofreu muito pra conquistar seu papel na sociedade.
Da vida, quer sempre estar rodeada dos amigos e da família e crescer profissionalmente.
Em dia de baixo astral, veste jeans e preto, sem salto!
Esperar a deixa de mau humor
Adora os filmes do “Poderoso Chefão” e “Bridget Jones”